Para onde caminhamos? Oremos!

Tragicomédia: A era de Donald Trump por meio de dez charges

A normalização da barbárie se torna um preocupante sintoma de nossos dias. Vivemos tempos difíceis, onde o falso principio da liberdade de expressão se torna justificativa para propagação de discursos de naturalização do nazifascismo. 

No Brasil, por exemplo, tem se tornado comum o estouro de aparelhos nazistas, onde a ideologia nazi é ensinada, preferencialmente aos jovens sedentos da adrenalina do "proibido". Na Europa, surge uma direita desejosa de ocupar espaços institucionais que lhe deem poder para implementar seus projetos de exclusão contra imigrantes, mulheres, pobres e pessoas da diverdidade.

Nos Estados Unidos, o governo Trump está implementando uma serie de maldades, elegendo como inimigos da Nação os imigrantes. Na América Latina temos um anarco-capitalista que tem tentado diminuir ao máximo o Estado defendendo uma auto regulação econômica que só beneficia os privilegiados. 

O diabo loiro que está na Presidência da nação mais poderosa do planeta sequer entende de relações internacionais, distribuindo tarifas pra todo lado dizendo com todas as letras que a América vai ser grande outra vez. E se torna o típico vizinho arrogante, chato e incômodo!

Direitos Humanos pra que, pois acaba de abandonar, por decreto o Conselho de Direitos Humanos da ONU. Esta inclusive sequer se respeita, haja visto a não aceitação de resoluções da entidade. E agora se entende que o seu governo não quer ser cobrado por enviar imigrantes não documentados para a base de Guantánamo, famosa por ser centro de torturas e uma das piores prisões do mundo para terroristas.

Aí cabe a pergunta: onde ele irá parar? Não se sabe exatamente! Mas com certeza fará muita gente sofrer. Só há um claro risco bem palpável. O isolamento de um gigante diante de um cenário de crescimento de outros gigantes, que podem se unir. O fiel da balança, como anteparo que foi na guerra fria, a Europa Ocidental hoje está fragilizada, debatendo dentro dela mesmo para onde quer seguir. Se algumas lideranças mais lúcidas prevalecerem, a Europa deixará de ser a ovelhinha obediente e deixará o gigante ocidental exposto.

Aguardemos pra ver o que vai acontecer. Como diria, um valho colega de ministério eclesiástico: Oremos!


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