O genocídio continua e só a força moral e o isolamento politico, militar e economico sera capaz de detê-lo

 

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Pela enésima vez, o governo sionista de Israel viola leis internacionais ao sequestrar ativistas que tentaram quebrar o bloqueio a Gaza. Patrocinado pelo exército de ideologia sionista, o bloqueio a Gaza tem matado de fome outras tantas milhares de pessoas, ampliando ainda mais o genocídio do povo palestino.

 Os ativistas de vários países tem tentado chamar a atenção para os crimes que vem sendo cometidos  naquela parte do mundo e que contam  com o cúmplice silencio das nações poderosas de nosso Planeta e da impotência da ONU de fazer valer as inúmeras resoluções emitidas contra o Estado Terrorista de Israel. 

O governo brasileiro parece impotente para fazer valer a sua soberania, mantendo sem alterações seus contratos de comercio e cooperação tecnológica que inclui até armas para equipar nossas policias militares. Isso  sem falar nas áreas de espionagem e segurança, largamente ampliado na gestão do Presidente anterior.

Como bispo anglicano, me purgo pelo silencio com que nossa Comunhão Anglicana tem tratado o tema. Seria isso uma vergonha por razões históricas?   Afinal o movimento sionista teve forte penetração na sociedade inglesa, culminando com o movimento para a posterior criação do Estado de Israel pela ONU, em 1948. 

A Nakba foi fruto dessa expansão, onde mais de 700 mil palestinos tiveram que se retirar forçadamente de seus territórios. Isso tudo sob as vistas da sociedade internacional que começou a se manifestar resolução atrás de resolução numa retórica sem efeito concreto. 

Genocídio  não merece contemplação!  É crime contra a humanidade! Não existe conjunção adversativa quando estamos de frente a um genocídio! Não é guerra. A vida de Tiago, da euro deputada Rima Hassan e outros ativistas que foram capturados em águas internacionais e acusados de apoiar terroristas. Isso viola o direito internacional! 

E lamento que setores da esquerda brasileira esteja acusando esses ativistas de buscaram fama e selfies.  Isso depõe contra quem deveria estar participando da luta em defesa do povo palestino. Uma proposta anticapitalista e anti-imperialista precisa defender o povo palestino. Do contrario, essa gente deveria repensar que tipo de sociedade realmente defende!    

 

     

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